abr 16 2013

10 mitos sobre mobilidade que precisamos descontruir

Categoria: Artigos,Conteúdo Estratégico,EstratégiaEquipe Triata @ 12:22

O crescimento do mercado mobile é evidente: Já temos mais celulares do que pessoas no Brasil. E esta é só uma parte deste mercado!

Há diversas iniciativas de empresas para interagir com os clientes por meio destes aparelhos (com cada vez mais recursos), e por ser um mercado ‘novo’ e em fase de crescimento, muitas histórias se criam em volta dele.

Esse post apresenta nossa visão sobre os 10 mitos da mobilidade elencados por Marcelo Castelo, da F.Biz, especialista no assunto.

1 – “Tem pouca gente navegando na internet móvel”

A pesquisa F/Radar de abril do ano passado, feita em parceria entre a F/Nazca e o Datafolha, mostrou que 41 milhões de brasileiros já acessavam a Internet por dispositivo móvel naquele período. Castelo estima que, hoje, esse número beire os 50 milhões.

Nestes mais de 50 milhões estão os clientes que entram e saem de seu estabelecimento todos os dias e as pessoas que acessam o site de sua empresa e, cada dia mais, adquirem hábitos de navegação por celulares e tablets para realizar suas tarefas ou interagir com seus contatos em redes sociais. Você deve conhecer muitas pessoas com esses hábitos, não é mesmo?

Parece que não estamos mesmo falando de pouca gente…

2 – “Internet móvel é coisa de rico”

Nos últimos anos as operadoras de telefonia celular entenderam as mudanças de comportamento e consumo dos brasileiros, e com o aumento das vendas de celulares e a popularização da internet, passaram a oferecer planos de navegação a partir de R$ 0,50/dia para os usuários.

Com isso, o acesso mobile ganhou parte do espaço das lan houses, invadiu as casas e escritórios, trazendo facilidade e praticidade para os usuários.

3 – “Acessos móveis vêm do pós-pago”

A diferença de aparelhos pré-pagos para pós pagos no Brasil é muito grande e as facilidades citadas nos itens anteriores, cooperam para que o acesso mobile esteja cada vez mais ao alcance da maior parte dos usuários, sejam eles pós ou pré-pagos. Para quem seu produto/serviço é relevante?

4 – “Internet móvel é para donos de smartphone”

Em abril do ano passado, cerca de 20 milhões de brasileiros acessavam o Facebook – 11 milhões deles em smartphones ou tablets e quase a metade em celulares mais simples.

Hoje, são mais de 65 milhões de brasileiros no Facebook, e as vendas de tablets crescem continuamente. Que experiência você está proporcionando para este público se desconsidera sua existência?

5 – “Ninguém acessa meu site móvel”

Se sua empresa possui um site mobile você pode se considerar na frente de grande parte da concorrência…

Apesar de todo o crescimento do mercado mobile, muitas empresas ainda não acordaram para esta realidade. E sua empresa pode sempre melhorar! Por que não há acessos em seu site móvel? Porque ele é ruim? Porque está mal construído?

Que atenção você dá a ele? Ou ele não é melhorado e não recebe atenção porque você acredita que ninguém o acessa? Busque dados e readeque sua estratégia!

6 – “Ainda não é necessário ter um site móvel”

Você conhece os hábitos de navegação e pesquisa do seu público?

Acompanha a movimentação da busca por termos referentes ao seu negócio nos buscadores?

O Google possui um projeto chamado “The Mobile Playbook”, que traz informações sobre o mercado mobile e como empresas tem utilizado oportunidades de buscas locais para gerar negócios. Vale apena conferir!

7 – “A conexão 3G é muito ruim”

As pessoas consomem dentro e fora da internet. Se a qualidade da rede wireless no Brasil ainda está longe de agradar os usuários, sua empresa e seu negócio não devem ser prejudicados com isso.

Um site móvel clean, rápido, direto e que permita a personalização da navegação da melhor forma possível, mostrando aos usuários os conteúdos mais relevantes, desperta-lhes o interesse em interagir/comprar e aumenta a conversão de suas ações.

O 4G vem por aí! Mas você não pode ficar esperando! Aproveite as oportunidades para aumentar as vendas e faturar hoje mesmo!

8 – “Mobile é só Facebook”

De acordo com pesquisa do Google, 88% dos donos de celulares acessam redes sociais, e 53% deles o fazem pelo menos uma vez por dia.

Não é difícil ver pessoas com seus celulares pelas ruas, no trânsito, enquanto comem, enquanto assistem TV…

Que contexto você vai criar para estes usuários interagirem com sua marca?

9 – “A tela é pequena, não se pode fazer nada”

Pequeno pode ser o seu retorno se você não colocar a sua imaginação para funcionar. O mobile permite muitas coisas interativas e que aliadas a outras plataformas e recursos, aumentam a interatividade e o engajamento dos usuários em divulgar suas ações.

Pense alto! Pense longe! O que você pode proporcionar para seu cliente? O que seu prospect espera para ser conquistado?

A limitação desta ou daquela plataforma não podem se transformar no limite do sucesso de suas ações!

10 – “Não dá resultado”

Ideias simples podem te surpreender!

Pense em coisas que prendam a atenção do usuário (afinal de contas, a tela é pequena, ou menor que muitas outras) e que o levem a ações simples, que não exijam tanto dele e que ainda por cima possam recompensá-lo.

Como atingir muitas pessoas, com um mesmo interesse e se tornar relevante para elas? Esse é o desafio!

Se você começar a pensar diferente sobre esses 10 itens que o Marcelo Castelo listou, com certeza terá uma experiência diferente com os usuários de suas ações mobile.

Se você não pensar em nada disso… a estratégia e comunicação de sua empresa começaram a ficar no passado…

 

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mai 03 2012

Tá…Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. E daí?

Categoria: Artigos,Conteúdo Estratégico,EstratégiaEquipe Triata @ 18:55

Hoje é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa!

Você sabia que existe um Índice de Liberdade de Imprensa estipulado pela organização Repórteres Sem Fronteiras? Segundo a última publicação deste índice, o Brasil ocupa a posição de número 58 no ranking mundial… triste né?

Como nós prezamos pela liberdade de expressão e trabalhamos com comunicação digital, auxiliando nossos clientes a difundirem sua mensagem institucional nos 4 cantos do mundo através da internet, não poderíamos deixar de abordar esse assunto em nosso blog.

Por isso tivemos um rápido bate-papo com Willian Polivieri, jornalista da TV Unesp, de Bauru-SP, sobre alguns aspectos da liberdade de imprensa e como ela afeta o público no mundo digital. Confira:

T: De forma mais ampla, como você entende a liberdade de imprensa?

WP: Penso que a liberdade de imprensa, além de ser presente e essencial na Constituição, não depende só de uma lei. Para que a imprensa possa ser realmente livre, não dependemos apenas de uma lei ou de uma vontade, você precisa ter esse valor dentro de toda a estrutura da Imprensa. Desde a lei, que regulamenta o funcionamento, até o manual interno do jornal, que precisa realmente permitir que tudo que seja de interesse público seja realmente informado à população, então, para isso, você inclusive tem que ter liberdade econômica, e não ficar nas mãos dos patrocinadores.

T: O meio digital alavancou as possibilidades de expressão e publicação de conteúdos. Qualquer pessoa com acesso à internet pode fazer de seu teclado e mouse, ou até mesmo de seu celular, seu auto-falante e dizer ao mundo o que pensa sobre qualquer assunto, correto?

WP: Talvez o que a internet tenha propiciado de mais relevante à liberdade de imprensa, seja o maior contato com o leitor, que agora pode reclamar e criar um vínculo maior com o jornalista. Isso facilitou muito o feedback das reportagens. Outro ganho seria que a internet não tem o limite de espaço como o jornal, então você pode dar uma notícia mais amplamente, detalhar mais.

Mesmo com a presença maciça dos blogs e a possibilidade de todo mundo escrever e acessar conteúdos dos mais diversos, esses meios atuaram mais em outro direito dos cidadãos, que é o livre acesso à informação. Houve uma diversificação no número de fontes, resultando em maior espaço a fontes alternativas de informação e também à pluralidade das mesmas.

Nesse mundo super conectado em que estamos vivendo, essa pluralidade de informações a qual Willian Polivieri se refere passa a ser utilizada também por marcas e empresas para produzir e publicar conteúdo especializado.

Indo ao encontro dos usuários produtores de conteúdo, as empresas passam a ter seus próprios blogs e perfis em redes sociais, potencializando as oportunidades de interatividade com seus públicos, tornando-se referência em alguns assuntos e algumas vezes substituindo alguns veículos e como eles impactam a vida dos consumidores. Para essas empresas, a gestão do potencial dessas ferramentas de comunicação é algo fundamental, mantendo o foco estratégico em seu posicionamento na web.

Nós defendemos a liberdade de imprensa e de expressão e defendemos que esses conceitos devam fazer parte de toda a estratégia de webmarketing de nossos clientes!

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jan 10 2011

Sua empresa também pode oferecer mobilidade.

Categoria: Artigos,Conteúdo Estratégico,EstratégiaEquipe Triata @ 18:43

Mobilidade - Ofereça a seus Clientes.

Com o número expressivamente crescente de pessoas físicas e jurídicas que acessam a internet pelo celular/smartphone, o investimento para oferecer conteúdos ao usuário nesse formato, em muitos casos,  já não pode ser adiado.

Assim como em qualquer bom investimento e projeto, para ter sucesso é preciso saber responder as perguntas básicas: Como? Quando? Onde? Porquê?

Destacamos em nosso portfólio a escolha da Acácia Consultoria, que selecionou a área de Notícias e Eventos de seu site para que a Triata desenvolvesse nos padrões técnicos adequados, que permitem uma experiência confortável ao usuário de smartphone.

Veja a notícia que saiu no Portal NewTrade sobre o assunto.
Acesse o site da Acácia Consultoria (www.acaciaconsultoria.com.br) e experimente.

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